sexta-feira, 13 de agosto de 2010

meu amigo me comeu

Bom, agora é que começa de fato o conto. Estava eu dormindo em casa numa tarde qualquer, como de costume deixei o computador ligado com tudo o que eu estava fazendo aberto, mas protegido por senha. Esse meu amigo, Fulano, havia passado aqui perto de casa para ir numa festa, mas como ainda não havia ninguém resolveu vir aqui em casa. Minha mãe abriu a porta pra ele e o deixou entrar, pois nos conhecemos de longa data. Imediatamente ele se dirigiu ao meu quarto e como eu estava dormindo, sentou-se no computador. Como estava com senha, ele me acordou e pediu a senha, meio inconsciente eu disse e voltei a dormir. Não sei qual foi a reação dele, mas eu lembro que não cheguei a conversar com ele esse dia, e ele foi embora antes de eu realmente acordar. Quando eu acordei e fui para o computador, vi uma mensagem num bloco de notas escrito ‘Eu sei o que tu anda vendo/fazendo.’. Eu havia deixado vários sites, vídeos e fotos abertas, inclusive fotos e vídeos que um homem mamava/masturbava outro. Também havia alguns contos aqui do site abertos, todos relacionados a amigos. Na hora eu entrei quase que em estado de choque, não sabia o que fazer e nem imaginava o que poderia acontecer, pois no meu grupo de amigos a gente passava falando merda e tirando sarro um no outro, isso que ele descobriu destruiria minha vida social praticamente.

Após me acalmar, comecei a agir normalmente novamente, conversando com todos, inclusive com ele, como se nada tivesse acontecido. Numa dessas ele abriu conversa privada e perguntou se eu não poderia ir na casa dele no final de semana dar uma olhada no computador (é sempre eu que arrumo o computador dele e o de alguns outros amigos), eu meio receoso e pensando em mil coisas agi naturalmente e disse que sim. Aqueles dias que antecederam o final de semana foram torturantes, não tinha um minuto que eu não pensava no que poderia acontecer e suava frio.

Chegando o dia, um sábado, acordei por volta das 14h, tomei um banho e me dirigi até a casa do Fulano. Chegando lá toquei a campainha, ele abriu a porta e estava agindo normalmente. Após eu entrar pude perceber que não havia ninguém em casa (ele mora com a mãe e uma irmã). Fomos conversando até seu quarto, onde fica o computador, ele me explicou basicamente o que estava acontecendo, e como previsto uma formatação seria necessária. Sentei na cadeira do computador e ele na beirada da cama próximo a mim. Comecei os passos básicos da formatação e quando chegou na parte demorada e automática virei pro lado para conversarmos. Conversa vai, conversa vem, ele me intimou e me colocou contra a parede puxando o assunto que eu já imaginava, o que ele havia visto no meu computador aquele dia. Nessa hora eu pude perceber que ele estava sem cueca (ele estava vestindo uma bermuda, camiseta e meias), pois dava pra perceber um certo volume no calção. Ele foi objetivo e já se impôs:

Fulano: Bom, é o seguinte, ambos sabemos o que está acontecendo e como provavelmente vai terminar.

Nisso ele já estava acariciando de leve o pau por cima da bermuda, que ficava cada vez maior.

Fulano: Se tu não quiser que os nossos amigos e muito mais gente fique sabendo, sugiro que faça tudo o que eu pedir. E eu sei que tu vai gostar disso.

Nesse momento eu estava mudo, mas com muito tesão, pois era um sonho que estava se realizando, e nem imaginava as consequências que isso poderia trazer para a amizade. Ele já se masturbava escancaradamente, ainda sem tirar o calção, e seu pau estava muito marcado na bermuda, dava pra ver cada detalhe.

Fulano: Bom, tu já sabe o que fazer.

Nisso eu fui com a cadeira até ele e comecei a tocá-lo por cima da bermuda, enquanto ele estava meio jogado para trás observando o que eu estava fazendo. Nesse momento pude sentir cada centímetro do caralho dele, estava duro feito aço, e parecia ser bem grosso e grande. Eu mexia nele como se fosse um brinquedo novo, estava muito feliz com aquilo, e ele como bom macho, estava adorando ter uma putinha maravilhada com o seu cacete. Abri o botão da bermuda (era daquelas com um botão e velcro), depois o velcro e fui puxando aos poucos para baixo. Pouco a pouco foi se revelando um lindíssimo pau, com algumas veias e branquinho, ele também estava com os pêlos bem aparados (ia ser muito frustrante um pau lindo daqueles com uma floresta em volta). Quando terminei de tirar a bermuda, saltou um incrível cacete na minha frente, era grande, por volta de uns 21cm, bem grosso, não conseguia fechar a mão sem forçar, reto, curvado para cima e cabeçudo, era exatamente do jeito que eu adorava. Peguei naquele pau lindo e comecei uma punheta gostosa pra ele, dava pra perceber pela feição que ele estava adorando. Alguns minutos depois ele falou:

Fulano: Chupa.

Sem hesitar eu peguei e fui com a boca até aquele pau e comecei um belo boquete, no começo com alguma dificuldade pra colocar a boca devido a grossura, mas conforme a boca foi relaxando, ficou mais fácil e prazeroso. Chupava como se fosse um pirulito, e com a mão também batia uma punheta pra ele. Era uma delícia sentir aquele enorme cacete na boca, chupava um pouco, passava a língua naquela cabeça gostosa e voltava a mamar. Alguns minutos se passaram e ele colocou as mãos na minha cabeça e começou a foder minha boca com força, foi quando ele falou:

Fulano: Engole tudo.

Mal ele falou isso e eu comecei a sentir fortes jatos de porra na minha garganta, e não parava mais de sair, começou a escorrer um pouco pelos cantos da minha boca, mesmo eu me esforçando pra engolir tudo. Quando ele parou, soltou minha cabeça e se atirou na cama, consegui respirar e engolir o que tinha na boca ainda. O gosto não era a melhor coisa do mundo, era salgado e a textura era viscosa. Foi a primeira vez que engoli a porra de outro macho. Ele estava ofegante, e seu pau deu uma leve murchada. Me inclinei pra trás e fiquei observando, esperando a próxima ordem. Cerca de 10 minutos se passaram e eu notei que seu pau estava começando a dar sinais de vida novamente, ele se inclinou como estava antes e deu uma balançada com o cacete, entendi o recado e caí de boca novamente. Aquele pau parecia ainda mais delicioso que antes, mamei até ficar duro feito aço novamente. Assim que seu caralho estava em ponto de bala, ele me empurrou um pouco pra trás e disse:

Fulano: Tira as calças e a cueca que eu vou virar do avesso teu cu hoje.

Fiquei com um pouco de medo, devido a grossura daquele pau, não iriam me sobrar muitas pregas no meu cu pra contar história. Como eu havia me preparado para o pior, tinha feito uma higiene caprichada no local, e também retirei a maioria dos pêlos. Ele pegou um tubo de KY e uma camisinha na gaveta do bidê e me entregou, dizendo:

Fulano: Lubrifica bem esse teu cu e meu pau, se não vai ser pior pra ti.

Assim o fiz, peguei a camisinha e encapei aquele lindo cacete, depois passei KY em todo ele, bati uma punhetinha de leve e fiquei admirando aquele pau reluzente. Logo em seguida comecei a lubrificar meu cu, passei bastante KY e consegui colocar 3 dedos dentro. Dava pra perceber a cara de sádico que ele fazia quando falou:

Fulano: Deita com a barriga na cama e deixa a bunda pra fora dela, fica meio que ajoelhado.

Fiz o que ele disse, ficando com a bunda totalmente a mercê dele. Ele começou a vir por trás e encostou o pau no meu cu quase virgem, ficou pincelando ele e dando pequenas forçadas pra entrar. Eu estava sentindo um frio na barriga, pois tinha plena consciência que aquilo não iria ser fácil. Foi então que chegou o grande momento, ele apontou aquele pau no meu cu e falou:

Fulano: Se prepara, se ficar muito ruim morde esse travesseiro.

Assim que proferiu a última palavra, começou a forçar, forçou um pouco e não entrou nem a cabeça. Forçou mais um pouco e também nada, mas na 3ª tentativa ele forçou um pouco mais e a cabeça entrou. Senti um pouco de dor, e mal havia começado. Ele falou logo após entrar a cabeça:

Fulano: Calma, meu pau não tem ombro, agora só vai.

Não sabia se eu ficava mais aliviado ou mais preocupado quando ele disse isso. Ele começou a empurrar devagar, tirava um pouco e empurrava mais um pouco. Eu podia sentir cada centímetro entrando, já quase não aguentava mais, e ao por a mão no pau dele, percebi que mal havia entrado a metade. Ele continuou o ritmo até que chegou um momento que eu não aguentava mais e pedi pra ele acalmar, e ainda faltava um pedaço considerável. Ele sussurou no meu ouvido:

Fulano: Se prepara, vou dar uma estocada só.

Nisso eu gelei e quando eu fui tentar esboçar alguma reação ele colocou tudo de uma só vez. O tempo parou naquele momento, eu vi estrelas e quase desmaiei. Foi uma dor muito intensa, tentei sair, mas a situação impediu, tinha perdido as forças e ele estava usando o peso pra me segurar. Ficamos assim vários minutos, até que a dor foi sumindo aos poucos. Assim que a dor sumiu e eu me recompus, ele começou a tirar um pouco e colocar denovo, eu ainda sentia um pouco de incômodo, mas estava bem melhor. Ele foi aumentando o ritmo aos poucos, tirava mais e colocava mais, eu já sentia as bolas dele batendo nas minhas. Comecei a sentir uma sensação boa, um prazer que eu nunca havia sentido antes. A essa altura ele já estava metendo com muita força e velocidade e eu estava adorando, estava explodindo de tesão. Era uma maravilha sentir um macho por cima metendo rola em ti. Alguns minutos após, ele faz um súbito movimento, retirou o caralho todo do meu cu, retirou a camisinha e enfiou tudo de uma vez só e começou a meter muito rápido, eu já estava em transe, quando senti o pau dele pulsando e vários jatos dentro de mim, isso foi o gatilho pra eu gozar, explodi de tesão naquela hora, comecei a gozar sem nem ter tocado no meu pau. Meu primeiro gozo totalmente anal. Ele continuou metendo um pouco após gozar, até que saiu de cima de mim e sentou na cadeira, morto de cansado, e eu me joguei na cama. Passei a mão no meu cu pra ver o tamanho do estrago, eu estava totalmente arrombado. Logo em seguida ele foi pro banho e eu fui depois, fiz um belo boquete lá e depois nos arrumamos. Terminei o serviço no computador e juntei minhas coisas pra ir embora. Ao me despedir ele falou:

Fulano: Se prepara, isso foi só o começo.

Fui embora e mal consegui sentar nos dias seguintes.



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Bem, vamos ao que interessa. Sou viado mas, não curto ficar com viados. Gosto de ficar com homens mas, homens mesmo, daqueles que só gostam de mulheres, sejam sarados, tenham uma boa aparência e seja de boa índole. Não sou afeminado e aliás ninguém percebe que sou viado conversando comigo, só se eu falar e isso me ajuda a ficar com carinhas pois assim posso fazer amizade com eles mais facilmente, tanto que sou muito conhecido onde moro por ser um bom jogador de futebol e sem contar o número de cantadas que levo de viados. Já fiquei com alguns viados mas, foram poucos e eu, com eles, só meto e não deixo eles perceberem que sou viado. Quero frizar que não sou bi, não gosto de mulheres e nunca fiquei com nenhuma. Vou relatar uma das experiências que tive. Tenho muitas amizades, converso com muitos homens, a maioria não sabe que sou viado e vocês sabem como são os jovens hoje em dia, fazem tudo por dinheiro. Eu não faço isso com qualquer um, já houve muitos casos de homens que deram idéia em mim e eu não quis por não me agradarem mas, claro que eu não falo isso com eles para eles não ficarem com raiva pois não gosto de desrespeitar ninguém. Me chamo Rodrigo, tenho 21 anos, moro em Belo Horizonte e vou lhes contar agora o que me aconteceu quando eu estava na escola. Estava no 4º horário e resolvi ir ao banheiro mijar e fui usar o mictório. Chegando lá estava o Felipe, 17 anos, estava mijando também. Sempre fui doido para “dar idéia nele” mas, a aparecia uma oportunidade. Ele é muito bonito, faz até hoje muito sucesso como as meninas, eu conhecia pelo menos umas duas que eram completamente apaixonadas por ele. Ele estava mijando e eu disfarçadamente ficava olhando para sua rola que, aliás, estava mole e já era grande mesmo assim. Não deixei ele perceber. Quando ele acabou ele olhou pra mim e disse:
Ele: “Ô Rodrigo, me ajuda a procurar minha carteira que eu perdi lá no Ginásio, eu fui lá mas, não achei”;
Eu: “Claro, vamos lá”;
O ginásio naquela hora não tinha aulas de Educação Física e depois de procurar bastante nos fomos procurar no vestiário. Chegando lá eu entrei primeiro e logo que ele entrou ele fechou a porta e trancou e eu perguntei:
Eu: “Porque você trancou a porta?”
Ele: “Você já vai saber, chega aqui.”
Nisso ele me puxou pelo braço e me levou na salinha onde se guardam as mochilas que fica lá dentro do vestiário mesmo.
Ele: “Senta aí na cadeira e não faça mais perguntas.”
Nesse momento ele abriu a parte da frente do short e colocou a rola pra fora. Estava duríssima, era muito grande e grossa.
Ele: “Você pensa que eu não sei que você pagou um boquete pro Léo? Agora você vai ver. Abre a boca”
Ele se aproximou mais e enfiou a metade do seu pau na minha boca. Era um cheiro de rola mesmo, daquelas perfeitas, com uma cabeça bem grande.
Ele: “Isso sua bichinha, chupa direito!”
Fiquei ali uns 10 minutos chupando aquela pica e aí ele falou.
Ele: “Fica de bruços ali na mesa”.
Eu: “Pra que?”
Ele: “Vou te comer, vou arregaçar esse cuzinho seu.”
Eu: “Ô Felipe, por favor, deixa pra depois, eu não vou agüentar seu pau”.
Ele: “Você deu pro Léo, para de chorar”
Eu: “Não, eu só chupei a pau dele e o dele eram pequeno, não era do tamanho do seu.”
Ele: “Não interessa, cala sua boca, deita aí, fica calado que eu já to ficando nervoso.”
Ele abaixou minha bermuda e colocou a camisinha no pau e em seguida passou muita saliva no seu pau e falou:
Ele: “Passa cuspi no seu cu!”
Ele encostou o pau no meu cu e enfiou a cabeça, e eu gritei de dor e disse:
Eu: “Por favor Felipe, tira aí ta doendo!”
Ele: “Cala sua boca, não ta doendo não é em mim, você vai agora tomar uma pistola de verdade.”
Nisso ele começou a enfiar o resto e mesmo eu gritando, “ai, ai, ai”; “tira por favor”, ele não tirou e ficou uns vinte minutos dando pistolada em mim. Depois de satisfeito e antes de gozar ele tirou o pau da minha bunda, tirou a camisinha e manou chupar de novo. Não demorou mundo e ele segurou minha boca com uma das mãos pressionando meu maxilar para que a minha boca se abrisse um pouco, segurou minha cabeça, apontou a cabeça do seu pau na direção dos meus lábios e começou a gozar. A pontaria dele era certeira, foram umas 7 golfadas de porra dentro da minha boca, alguma direto dentro da minha garganta e outras em cima da minha língua e no céu da boca. Eu nunca tinha visto tanta porra na minha vida e depois que ele começou a apertar seu pau para sair as últimas gotinhas de porra como todos os homens fazem ele disse:
Ele: “Agora engole tudo, sua bicha, bebe o leitinho do seu macho e se cupir você vai levar um soco na boca”.
Ele não sabia que eu estava gostando da porra e bebi. Nunca tinha chupando tanta porra e tão gostosa. Ele então guardou seu pau na cueca e me disse espraguejando:
Ele: “Agora some daqui, dá no pé”.
Depois desse dia eu continuei conversando com ele como se nada tivesse acontecido e também não gosto de chamar os carinhas que já ficaram comigo pois espero eles me chamarem, quando estão na seca ou precisam de algum dinheiro. É até por isso que muitos confiam em mim pois eu não fico na cola de nenhum.
Essa foi a primeira, de muitas história que irei contar pra vocês, colorei em alguns sites. Abaixo está o meu email. Quem quiser pode me escrever, gosto de trocar idéias e fazer amizades. Até mais


terça-feira, 3 de agosto de 2010



a casa está em reformas. Eu, que não sou bobo nem nada, estou de olho no pedreiro. O Valdinei é forte, bonitão, de cabelo preto curtinho e uns olhos cinzentos que tiram o fôlego. Fica trabalhando de shorts e sem cueca, com a vara balançando solta. Sempre que ele vai subir numa escada, eu fico lá segurando e dou uma olhada disfarçada.
Sempre que dá, eu corro pro banheiro e bato uma punhetinha, mas tem que ser rápido pro meu pai não pensar que estou fugindo da obra. Eu fico lá ajudando e curtindo. Nunca dei meu cuzinho, e estou louco para experimentar. Já paguei boquete para uns carinhas da rua e bati punheta para um professor, mas já tenho quase 20 anos, e ainda não fui decabaçado.
Mas essa semana aconteceu uma coisa diferente. Meus pais foram jantar na casa de uns amigos, e começou a chover muito, e eles resolveram ficar por lá mesmo. O Valdinei, que estava de moto, perguntou se tinha problema de dormir lá. Claro que eu disse que não tinha problema nenhum, que meus pais não iam ligar, que o mundo estava desabando lá fora e que nem era seguro ficar andando de moto com o temporal.
Ele sempre tomava banho lá mesmo antes de ir embora. Tinha roupa e tudo dentro da mochila. Fiquei feito louco esperando a hora de parar o trabalho e ficar sozinho com ele na sala, vendo TV. Esperei, e quando ele tomou banho, saiu do banheiro enrolado na toalha. Fiz uns sanduíches de queijo quente, e levei para a sala. Ele estava com fome, e perguntou se eu me importava de ele ficar sem camisa, porque estava com calor.
– Por mim, pode ficar até sem a toalha. – brinquei.
Mas ele sentou de toalha mesmo e fingiu que não ouviu. Perguntei se ele queria assistir um filme no DVD, e mostrei os que eu tinha, com alguns pornôs que estavam lá no meio, de propósito. Não me enganei, ele foi direto para um que tinha uma loira na capa, com a cara toda melada de porra e um negão de pau grande do lado. Ele nem perguntou nada e colocou no aparelho.
Começou a história com um encanador negão que conserta a pia da loira. Aí ela nota que está sem grana, e ele diz que aceita outras formas de pagamento. Quando ela começou o boquete, o Valdinei tirou a toalha e começou a massagear a pica, com uma enorme cabeça rosada e cheia de veias em volta, como uma cobra gigantesca pronta para dar o bote. Ele estava com cheiro de sabonete, e eu sentia como se estivesse a um centímetro dele, olhando para o movimento que ele fazia. Ele me perguntou:
– Legal, né? Você curte esses filmes? São os meus preferidos!
– Ah, você gosta de loiras...
– Na verdade, estou curtindo o negão.
Meu coração bateu na garganta quando ele falou. Eu estava sem fôlego.
– Você também curte branquelinhos, tipo eu?
Ele me olhou com cara de safado, e nem esperei ele responder. Caí de boca no cacete duro dele, engolindo até quase engasgar. Senti o gosto quente dele, e sua mão empurrando minha cabeça cada vez mais fundo até eu ficar sem ar. Eu chupava como uma criança chupa um sorvete, com fome e com sede, saboreando cada centímetro. Quando ele menos esperava, comecei a sugar suas bolas, e eu senti ele se arrepiando, e gemendo mais forte.
Minhas mãos estavam passeando por seu corpo, explorando seus músculos firmes e definidos, sua pele lisa e suave, seus pelos perfumados pelo banho. Ele gemia, olhando para a tela da TV e para mim, fazendo eu engolir cada vez um pedaço maior. Eu lambia e beijava, e ficava alguns segundos batendo punheta. Ele segurou minha cabeça e foi me fazendo subir, lambendo seu umbigo, seus mamilos e seu pescoço. Então fiquei cara a cara com ele. Seu queixo quadrado, com a barba por fazer me dando mais tesão do que qualquer outra coisa.
Ele começou a me beijar com força, sugando minha língua e meus lábios, esfregando a barba nas minhas bochechas e no meu pescoço, me deixando tão arrepiado que eu chegava a tremer. Sua língua ia e voltava, e estávamos nos movendo rápido, como se nada mais no mundo importasse. Eu segurava seu cacete quente, macio e duro, e ele enfiava os dedos no meu cuzinho, para amaciar o serviço. Ia com cuidado, rodando o dedo polegar e o médio e continuou com dedos atrás. Quando viu que eu não ia mais aguentar, comecei a bater punheta ainda com o fio terra funcionando. Eu gozei feito um louco, esporrando todo o sofá, ainda com o dedo dele no meu rabinho. Então ele se levantou e me pegou firme por trás, enfiando a vara com tudo, comigo ainda de pé. Eu senti uma dor terrível, muito desconfortável, como se estivesse me rasgando.
Pensei que nunca mais fosse conseguir sentar, mas ele começou a dar estocadas e mais estocadas, e a empurrar minhas costas me deixando de quatro. Fiz o sofá de apoio e deixei ele me puxar para a frente e para trás.Depois de um tempo, ele arrancou o pau com tudo, e se sentou, me puxando para que eu o cavalgasse. Ele gemia de prazer e eu de dor misturada a prazer, mas agora a sensação era tão boa que eu não queria parar nunca mais de transar.
Se eu soubesse que era tão bom, teria dado o cuzinho mais cedo. Ele começou a morder minha orelha, e a cochichar para mim, dizendo que queria gozar na minha boca. Então eu desmontei de sua vara gostosa, e voltei a chupar seu caralho grosso. Logo ele começou a gemer mais alto, e eu engoli sua vara mais o mais fundo possível. Senti sua porra quente pressionar minha garganta, com seu esguicho forte e volumoso, que eu engoli como um néctar. Ele continuou esporrando em bicas, e encheu toda a minha boca. Eu senti seu gosto meio ácido, meio salgado, pegajoso e apertando a língua, como banana verde.
Engoli tudo, e isso o deixou muito feliz. Então ele se abaixou e nos beijamos, ele sugando de mim o que ainda restava de porra em meus lábios. Depois disso, tomamos um banho juntos e ficamos fodendo a noite toda, até meu rabo ficar assado. Mas valeu a pena perder a virgindade com ele, foi inesquecível. Pena que depois que a obra terminou, ele se mudou de cidade, para arranjar um trabalho melhor, e nunca mais o vi. Pelo menos aproveitei meu pedreirão enquanto pude.
 

Eu havia chegado há poucos instantes e resolvi dar uma circuladinha pelos corredores laterais. Havia poucas pessoas no cinemão naquele dia.
De repente, observo um homem que achei interessante na parte de trás. Chego mais perto e constato que se trata de um jovem senhor, forte e bonito. Como eu também gosto de homens mais velhos resolvi sentar ao lado dele e pude perceber que ele não rejeitou a minha proximidade. Muito pelo contrario, começou a me encarar.
Resolvi chegar mais perto e coloquei a mão entre as pernas dele. Ele não estava com o pau pra fora, mas eu senti um delicioso volume por cima da calça. Pude observá-lo melhor estando bem perto, e vi uma aliança reluzir em meio à penumbra. Constatei que era um homem casado a fim de uma gostosa sacanagem extra-conjugal. Era um homem que me pareceu ter uns 36 anos, forte, pêlos no peito e nos fortes braços troncudos, coxas roliças, estava com a barba por fazer, realmente um belo exemplar de macho.
Resolvi arriscar e chamá-lo para subir para uma cabine. No começo ele não gostou muito da idéia, mas depois ele me fez uma proposta. Só iria comigo para a cabine se eu deixasse ele gozar em minha boca, pois ele queria me ver bebendo o seu leitinho de macho bem quentinho. Aceitei a condição e ele atendeu ao meu pedido, e fomos para uma cabine.
Chegando à cabine, tranquei a porta, acendi a luz e sentei-me. Ele se posicionou à minha frente começou a desabotoar o cinto. Naquele momento eu torci para ter feito a coisa certa, pois não curto pau minúsculo. Continuei a observar ele desabotoar a calça, baixar o zíper e ficar só de cueca. Vi um volume considerável. Ele enfiou a mão dentro da cueca, e para a minha surpresa, puxou um cacetão enorme, grande e grosso, todo trabalhado em veias. Segurou o pau já completamente duro e encostou em meus lábios. Senti o pau ardendo em brasa tocar em meus lábios com aquele delicioso cheiro de pica, e não resisti... caí de boca passando a linguinha em cada detalhe, me arrepiando de tanto desejo, sentindo o gosto daquela pica, daquela cabeçorra gostosa e macia. Ele segurou a minha cabeça e começou a fazer leves movimentos de vai-e-vem com o pau na minha boca, como se estivesse fodendo a minha boca. Depois ele sentou-se no banco e eu continuei a ordenhar aquele cacetão enquanto ele dizia que a minha boca era quentinha e molhadinha.
Passei um bom tempo brincando com aquele mastro, descendo a linguinha pelo saco, passando pelas virilhas, fazendo com que aquele macho se arreganhasse todo pra mim. Enfiei a cara no sexo dele, passando a linguinha no períneo. Eu estava completamente inebriado com o cheiro dos feromônios daquele macho. Um leve cheiro de suor com testosterona mexia com a minha cabeça e começei a sugar e chupar com força aquela parte lisinha abaixo do saco, fazendo com que o coroa gemesse de tanto prazer e abrisse as pernas cada vez mais. Eu chupava e lambia enquanto acariciava as coxas grossas e durinhas do coroa perfeito, quase um urso. Ele gemia e falava que gostava do jeito que eu fazia, bem putão!
Em seguida coloquei uma camisinha no cacete dele e lambuzei o meu cuzinho com um sachet de gel KY que eu sempre carrego para um caso desses. Pedi que ele permanecesse sentado. Daí comecei a sentar lentamente no pau dele, fui descendo aos poucos, no meu ritmo. O que não foi nada difícil, pois o pau ele se mantinha ereto, duraço, latejando de tesão.
Quando eu consegui sentar completamente, comecei a leves movimentos de sobe e desce. Havia instantes em que eu descia e parava com o cacete atolado dentro de mim. Continuei por um bom tempo até amaciar meu cuzinho por completo. Chegou o momento que eu esperava... Meu cuzinho já havia dilatado e o pau já entrava com facilidade. Levantei e pedi que ele me fodesse. Fui atendido de imediato. O coroão enxuto e gostoso pediu que eu ficasse na posição de quatro, encaixou a cabeça do pau e meteu de uma vez. Segurou na minha cintura e mandou ver... Começou a bombar forte... Ele gemia feito um louco... Me comia como se estivesse há um ano sem trepar, com uma fome e um desejo incontrolável. Ele rebolava com tamanha destreza e enfiava o pau em mim com gosto como se quisesse entrar todo dentro de mim.
Variamos algumas posições, até voltarmos à posição de quatro, na qual ele mais uma vez fodeu com gosto. Era alto o barulho das estocadas que ele dava em mim, da sua pélvis batendo em minha bunda. Até que ele avisou que iria gozar. Retirou o pau e puxou a camisinha rapidamente, pediu que eu sentasse e abrisse a boca. Enconstou a cabeça do pau em meus lábios e começou uma punheta para logo em seguida explodir fortes jatos de porra, do seu esperma grosso e quente. .